O que se sente é real? Ou apenas permitimos que alguns sentimentos aflorem enquanto outros ficam dormentes? Teus desejos condizem com tuas atitudes ou são apenas palavras jogadas ao vento como pétalas de dente de leão que flutuam conforme a brisa as leva? Quando alguém lhe pede para se dar o valor, refere-se ao valor monetário das coisas que se pode comprar ou aos valores que se tem moralmente? Qual a ligação destes com a sexualidade e o desejo de estar com alguém? Devemos respeitar o que sentimos, o que desejamos e nossa intensidade antes de querer que outra pessoa faça isso, caso contrário este último fato não acontece. Mas quando se ama demais, quando se quer demais, quando se sente demais, isso assusta e faz as pessoas sentirem medo do movimento que fizemos, da força que emanamos e da energia expressa em atitudes, faz com que os outros recuem, estranhem e se afastem, nos deixando, assim solitários, cheios de coisas boas para doar e ao mesmo tempo com um vazio gigantesco para receber. Aí então sentimos tristeza, medo, solidão e tudo começa a perder a graça com a mesma rapidez que se deu até que encontremos farelos, migalhas que nos fazem contentes novamente e o ciclo se inicia novamente.
A tristeza na beleza existe

